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Merda No Ventilador

LEIA OUVINDO

Saber
sa.ber
(lat sapere) vtd e vti 1 Estar informado de, estar a par, ter conhecimento de; conhecer: Não sabia o horário dos trens.“No povoado, ninguém soubera da passagem de Gomes por lá” (Francisco Marins). vtd 2 Compreender ou perceber um fato, uma verdade: Soubera, então, a necessidade que tinha de ser salvo. vtd 3 Ser capaz de distinguir ou de dizer: Saber a causade alguma coisa. Saber o nome de alguém.

Omitir
o.mi.tir
(lat omittere) vtd 1 Deixar de fazer ou dizer alguma coisa; não mencionar, deixar no esquecimento, de propósito ou não: “…os inimigos de Pombal omitem sistematicamente D. José” (Afrânio Peixoto). 2 Descuidar, desleixar, negligenciar

Indireta
in.di.re.ta
sf (fem de indireto) Alusão disfarçada, não explícita, feita por censura, escárnio ou malícia.

HERE I GO

Cansei….

Cansei de esconder fatos pra proteger quem eu gosto.

Cansei de concordar com atos ridiculos.

Cansei de indiretas.

Cansei de frases de impacto que só causam o mesmo a quem escreve.

Cansei risadas amarelas.

Cansei de abraços onde é possivel sentir os braços da falsidade.

Cansei de perceber que para alguns a minha amizade é fonte de “babados”

Cansei de ouvir ofensas a pessoas que me fazem bem.

Cansei de ser o esteriotipo de primeira dama.

Cansei de jovens metidos a filosofos quando na verdade nem se posicionar diante a certas situações sabem.

Cansei de pessoas que tem medo de resolver.

Cansei de fofocas.

Cansei de intrigas.

Cansei de pessoas que não conseguem entender que a vida é uma só e cada um deve viver a sua.

Cansei de gente intrometida.

Cansei de pessoas que querem resolver problemas que não existem.

Cansei de tentar ajudar e me tornar alvo.

Cansei de perceber gente que não tem nem merda no cú, vir esfregar dinheiro na minha cara.

Cansei de pessoas que não são originais.

Cansei de copias.

Cansei de visualizar um mundo de sonhos que na verdade não existe.

Cansei de colocar o meu coração a frente da minha razão.

Cansei de me importar em esclarecer.

Cansei de passar pelos dias já sabendo o que sera amanhã.

Cansei de suspirar por homem.

Cansei de dizer o quanto algumas pessoas são importantes pra mim, e não receber respeito em troca.

Cansei de conversas no MSN onde o assunto para em novidades.

Cansei de gente ainda vir me dizer sobre ex.

Cansei de pessoas que não ficam felizes com o sucesso de outras.

Cansei de ver gente querendo ver todo mundo por baixo.

Cansei de animar os desanimados.

Cansei de não dormir em horarios normais, pra ajudar você, você e você.

Cansei de ser colega de balada.

Cansei de nêgo vir falar que eu falei da vida do outro.

Cansei de gente que não mostra a cara.

Cansei de gente que usa o twitter pra arrumar confusão.

Cansei de gente que não sai na mão.

Cansei de pessoas que possuem relacionamentos e não são fieis.

Cansei de ser o outro.

Cansei de estar na mente das pessoas e elas nem me ligarem pra saber se eu to vivo.

Cansei de pessoas que deixam de falar comigo sem motivo.

Cansei de proteger.

Cansei de me esforçar.

Cansei de estar presente por muitos.

Cansei de estar junto nas lagrimas de tantos e nenhum estar presente com as minhas.

Cansei de servir quando você precisa.

Cansei de estar feliz.

Cansei do mesmo.

Cansei de bordões juvenis.

Cansei de gente que nem tem dente, vir com indiretinha.

Cansei de gente que não tem o que fazer.

Cansei de nêgo que não tem uma louça pra lavar.

Cansei de ser considerado metido.

Cansei do meu cabelo.

Cansei de ser o “garoto não me toque”.

Cansei de me preocupar comigo mesmo.

Cansei de pessoas que não levam em consideração o meu “se cuida”.

Cansei de gente que sente saudade.

Cansei de gente que gosta do eu palhaço.

Enfim….

Cansei de viver.

Rafael Nestardo

O Tal do Tal

LEIA OUVINDO

INTRODUÇÃO

” Je t’inventerai

Des mots insensés que tu comprendras

Je te parlerai De ces amants-là

Qui ont vue deux fois Leurs coeurs s’embraser

Je te racontrai L’histoire de ce roi

Mort de n’avoir pas Pu te rencontrer “

HERE I GO

Menine! Cê precisa saber!

Do que?

Das cores, do som, da realidade utópica, das sensações…

Que sensações?

Aquelas que você só consegue distinguir diante de sonhos dispersos e sem definição.

Sonhos? Mas eles não…

Não! Eles existem sim e estão em cada gesto, em cada nova descoberta.

Calma, eu não estou conseguindo entender…

Eles estão presentes no trio, na união, na cinematografia, nas boas risadas e principalmente na compreensão.

Boas risadas? Compreensão? Trio? Que trio? Trio de 3?

É! Aquele lembra? Que prometeu se manter, que entre ratos e tempestades sempre se esteve ali mantido!

Mas o que aconteceu?

Eu não sei, vai ver se perdeu. Quando há muitos gritos em mentes privilegiadas, os ecos distorcem suas próprias deduções.

E nem o som ajudou?

Se você pensa que me adora iria conter a água contida, fracassou, o 8 ou 80 falou mais alto, é o que podia ter sido semana que vem, veio a tona só agora.

Nossa, que desconcerto!

Não não, delirante mesmo.

Estou confuso…

Você sempre esta, vai ver é isso que te mantem tão querido e suspenso aos outros, por você ser maleável a tudo.

Sera que eu?

Sim, você é, foi e sempre sera. Somos peças de quebra cabeça e ao deixar outras pessoas completarem  o nosso buraco, espaço, escolhido para representar, nos fazemos simples  moscas em cadáveres fedidos, usufruindo de restos de uma carcaça que já foi quente e que já possuiu um coração.

Mais isso significa que eu sou…

Especial é claro, pela simples forma que você é.

Mais e toda aquela insegurança?

O corpo, o cabelo, nada disso importa! O que importa são suas idéias e como você vai coloca-las em pratica daqui pra frente. Já ouviu aquela frase “ninguém merece ser só mais um bonitinho” ?

Já sim é daquela cantora a…

É essa mesma, mais deixando ela de lado, faz logo seu pedido! E a partir deste assopro ponha em pratica seus sonhos.

Tudo bem, lá vai.

E ASSIM FOI.

* Este texto é dedicado a Will Augusto, por toda colaboração, ajuda, compreensão e carinho que sempre teve por mim. Continue adquirindo mais e mais conhecimentos através de lógicas simples e complexas e viva sua vida independente do que os outros venham a pensar. Feliz Aniversário.

Rafael Nestardo

Sensor Pra Gente Errada (Time To Blow Out)

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INTRODUÇÃO

* Esse texto é uma resposta ao ultimo texto publicado “Ser Besta é o Que Há” que desde o começo já tinha definido o certinho e o avesso.  O vol 1 e 2 destacam a pessoa centrada e o outro a forma de como é possível se explodir.

A partir do próximo post os textos voltaram a ser únicos sem mais sequencias ok?

Sem mais: Time To Blow Out.

 

Você pode estar pensando

Outro texto na parada

Mais só vim aqui dizer

O meu sensor pra gente errada

 

Tanta gente bonitinha

Que não sabe o que quer

Acha que pode ser mais homem

Me tratando como um qualquer

 

Escuta aqui seu egoísta

Não encosta em mim não

Você tem a vida fácil

E tudinho ai na mão

 

O que eu penso de você?

É melhor não falar não

Você é burro e recalcado

Mas se acha o dotadão

 

Antigamente eu pensava

Que ser santinho era a parada

Me senti burro e iludido

Nunca me levou a nada

 

Agora eu crescido

Cheguei a uma conclusão

Antes me chamavam de puta

Isso agora é decisão

 

O teu cheiro, tua boca

Tudo isso é um tesão

Então tiro tua roupa

E te jogo no colchão

 

Nessa hora a gente prova

O que você sabe fazer

O que tu fala entre amigos

Cadê aquele tal prazer?

 

 

Muita coisa na hora do sexo

Você pode sim provar

É mais fácil abrir a boca

Engolir ou engasgar

 

Alguém pra chamar de meu

Eu ainda não achei

Pois o sexo não é tudo

Mais acho que me viciei

 

O cheiro de putaria

É na verdade um tesão

De repente pela noite

O instrumento tá na pulsação

 

Onde eu fico a vontade?

Rua Augusta é muito bom

Eu me sinto acolhido

Em meio a tanta luz neon

 

Ser babaca e otário

Isso agora acabou

Eu voltando pro passado?

Isso nunca meu amor

 

Meu sensor pra gente errada

Não me dá tanto valor

Pois quem acaba sofrendo

Sou eu embaixo do cobertor

 

O meu tempo de santinho

Simplesmente acabou

Agora me jogue na pista

Quero sentir a sensação

 

Esse texto sim por fim

Não é poesia, prosa, nada

É só mesmo pra demonstrar

O meu sensor pra gente errada

 

E pra você ai que pensa

Que safado esse Nestardo

Eu não me importo com você

Nem tampouco pro que acha

 

Rafael Nestardo

Ser Besta é o Que Há

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HERE I GO…

 

Eu sei

É difícil entender ou ao menos compreender

O que se passa com um coração

Que sempre se vê perdido e recusa tal opção

Pensar que às vezes é melhor não

Seria sim a melhor solução

 

Sobre tudo o que aconteceu

É bem mais fácil pensar que você não mereceu

Ou que na verdade, a grande realidade

Não houve vitimas ou principais culpados

Mais sim alguém que gostaria de aproveitar a vida

Com outra que já era assim, vivida.

 

Saber acompanhar

Dar as mãos para juntos caminhar

Ter alguém para algo significar

Quem sabe até modificar

Mas quando existe amor isso é só opção

Para os gritos dispersos dentro do meu coração

 

Perto de pessoas que eu acreditava poder revolucionar

Senti-me num antro de pessoas a se estacionar

Num vazio, num nada sem ter fim

Admiradas por um posto nunca alcançado a si

Vai ver por questionarem sempre a razão

Comendo mortadela, mas falando em salmão.

 

A autenticidade de uma grande amizade

Não se reflete em dinheiro, comodismo ou honestidade

Mais sim em companheirismo e compreensão

Colocando em prova seus carinhos e sua atenção

E entendendo que o “pra sempre” não existe

Porque o “enquanto dure” permanece sempre posicionado na tal da razão

 

Ter muitos amigos não significa nada

Hoje você é o querido, amanhã o possível babaca

Ludibriando seu ego e razão

Você pode acabar assim sozinho e sem chão

Mas quando existe amor isso é só opção

Para os gritos dispersos dentro do meu coração

 

Sabe aquela fase onde você já sabe exatamente o que quer?

Já sabe se é gay, lésbica, homem ou mulher

É capaz de se satisfazer com um único suspiro

Seja ele doce, sorridente, triste ou definitivo

Saber identificar as coisas a partir de um simples olhar

Que indiretamente transmite as coisas a partir de um falar

 

 

Mais tudo isso não vêm da tal transformação

Vem de uma simples e obvia evolução

Muito além de um simples cuidado

Comigo mesmo ou até com meus aliados

E que dia a dia me reflete a seguinte dedução

Que eu sou foda independente do que você pensa, ou não

 

 

A minha vida se trancou de tal forma

Em que se você não tá dentro, meu querido, tá fora

Resume-se em sempre ter que provar

Que eu sou sim capaz de sempre mais

Mas quando existe amor isso é só opção

Para os gritos dispersos dentro do meu coração

 

E para os gritos dispersos dentro do meu coração

Ai vai uma, para aquietar tal aflição

Pare de sofrer e aprenda a viver

Também pare de pensar que você só tá na vida pra se fuder

É mais fácil aceitar que você é mais um cidadão

Que está disposto a lidar com aquela opção

De que quando há amor

Sossegam um pouco mais os gritos dispersos dentro do meu coração

 Rafael Nestardo

O Acréscimo De Estima Por Si Mesmo

LEIA OUVINDO

INTRODUÇÃO

Se encontre…pois isso é pra você, você, você e você.

HERE I GO

            Não será necessária uma vida pra entender, os afagos suspensos a ignorância vislumbram projeções categóricas de certezas e opções.

A virtude e brilho de uma transformação começam de dentro, assim como um truque ilusionista que surpreende por sua carcaça, porém transpõe através de sentimentos.

Se deve a novas prioridades, perspectivas, pensamentos e não somente á decepções que beiram o estilo literário e não compreensivo das inquietações momentâneas.

Filosofando com meu próprio eu, senti o gosto amargo do sangue retido por não me impor, não confessar e principalmente não declarar. O “Eu” apontou o dedo na minha cara e me fez ressurgir sem mascaras, sem meias verdades, coerente com o homem que me tornei sem perceber que meus sonhos, desejos e vontades, se mantinham trancados a um cubo repleto de espinhos, carregando por si só a dor somente em seu mais profundo e obscuro interior.

Com os olhos cravados a uma nova realidade, um brilho cruel e súbito invadiu toda a formalidade deveras espontânea e desnecessária. Ultrapassou as cordas vocais, trazendo sonoridade grave e de desconforto a quem se fecha ao seu próprio âmbito. Seus ouvidos ligados por noções condicionadas às pernas relutam sobre o necessário.

Depois de tanto tempo em sua figurada bondade que refletia burrice, intermediou  a maldade com pitadas de pontualidade e submergiu o perdão preso a linha do não esquecimento. Aguardando a primeira fisgada, se puxa.

Critérios emocionais: beba com moderação, vide bula, desaconselhada para menores de 18 anos.

No auge do tudo é mais, mais é menos.

A espuma do cappuccino, o arrepio da pele ao se encontrar com o chão frio, o ruído dos discos, aquela nova voz e o perfume da luxúria, ludibriam meus sonhos através de deliciosos delírios de níveis retrograda.

Seria o menos capaz de moldar uma identidade? De marcar de amarelo-neon o olho de quem se admira e não percebe? Ou será que as palavras devem compor o dever da entrega? Melhor não.

Eu espero a exposição, sem aquela mesma vontade e em resposta lhe dou nada. Um nada com sabor de licor: forte e doce.

Não tenho mais aquele mesmo inebriante e compulsiva vontade de incitar. Deixo isso aos outros, pois é possível corresponder a certos delitos com uma sensação, um olhar, um gesto.

Proferir com violência? Desnecessário.

O ato de lançar violentamente para fora de si corresponde a fragilidade e isto somente fortalece laços indignos e posicionamentos mal elaborados.

Agora chegou a hora: quebram-se as pernas, figura a ilusão, mancha o rosto, fortalece o coração, preenchem-se as lacunas, acompanha o queijo branco, acode os perdidos, desfigura a quem não quer, profetiza desejos, aponta-se quem aponta, infantiliza os infantilizados, satiriza o ridículo, rompe comentários, vive sua vida e faz do sarcasmo o seu melhor padrão de referencia interior.

Através de um signo fraterno e substancial ecoa um inebriante som de oceano que necessita de um toque, um lamento triste talvez, mas acompanhado de satisfação da aposta daquilo que quero, que precisei e do que não tive.

Os gritos úmidos e distorcidos dos demais encaixam perfeitamente em atos forçados que não se enquadram em comum acordo ao circo desejado. O desejo pela mutilação favorece a carga pesada de estreitos pensamentos que já providenciaram o fim.

A estética grega impõe limites que encurtam maus pensamentos e alucinações frenéticas, isto é, agir mais é pensar menos.

Vão as pessoas? Fica a saudade.

E o compromisso de um abraço mais bem dado e trocas sinceras de votos e humildade.

Não devo ensinar! Eu quero aprender! Abra a sua janela iluminada e me lance de forma a ser escutado. Me ensine, me motive.

Categorizando conseqüências de ausência, reflito a tese da antiga importância, do desapego e do amor ao próximo.

Falando nisso, e o amor? Como fica? Onde esta? O que ocorreu?

Saindo a francesa, tais explicações não cabem ao entendimento de um todo, mais sim a um órgão muscular oco que bombeia o sangue de forma que circule no corpo.

Deixemos as imposições de lado, o rancor que inquieta suas virtudes e aquele capaz de transformar você em algo complexo.

Sabe quanto você ta meio precisando ficar feliz? A angustia platônica favorece o começo, que beneficia os meios e compreendem de forma mais afetuosa o fim.

A descoberta em saber que você não é amado porque você é bom, você é bom porque você é amado, surpreende a fascinação e deslumbre de saber que o mundo é o que você faz dele, da permissão que vidas se entrelacem e principalmente se entregar as gotículas caídas do céu, colocando em orbita seus diversos “eus” em “muitas”. E caso haja desconforto ou descontentamento, olhe para as estrelas, se enfrente de frente, se anexe ao compromisso, descubra os mistérios da cidade, encare a verdade da revelação, se renda a um leigo engano, pois uma hora tudo aflora, vem a tona e revela que por mais que se esconda o amor, o olhar denuncia, e por mais que se impeça a luz, amanhece um outro dia.

Aqui jaz o eterno mistério da transformação: o súbito domínio de si, passado de forma conseqüente à quem sodomiza e aprende a tal leiga filosofia.

Mundana e inexplicável.

Rafael Nestardo

Quiserá?

LEIA OUVINDO

INTRODUÇÃO

Dedução
sf (lat deductione) 1 Ação de deduzir. 2 Conseqüência tirada de um princípio. 3 Filos Modo ou processo de raciocinar, partindo da causa para os­ efeitos, do princípio para as conseqüências, do ge­ral para o particular. 4 Dir Exposição ordenada dos fatos e argumentos em que se baseia um pedido­ ou uma impugnação. 5 Subtração, diminuição. 6 Aba­timento. Antôn (acepção 3): indução; (acep­ções­ 5 e 6):aumento, acréscimo.

Patriotismo
sm (patriota+ismo) Amor da pátria, devoção ao seu solo e às suas tradições, à sua defesa e integridade.

Nada
pron (lat nata) Nenhuma coisa. sm 1 A não-existência; o não existente. 2 Coisa nenhuma. 3 Nenhum valor. 4 Coisa vã, nula.5 Alguma coisa; um pouco. 6 Bagatela, nonada. adv 1 De modo nenhum; não. 2 Usa-se às vezes com a partícula não,para reforçar uma negativa. Nada de: o mesmo que nada mais de. Nada mais!: interjeição com que se ordena ao homem do leme que conserve o navio no rumo em que está. Nada mais de: diz-se quando não convém, não é bom, não se deve: Nada mais de pensar em política. Não ser nada de: não ter parentesco algum com (alguém). Um nada: quantidade mínima de.

ANTES DE COMEÇAR…

VAMOS TRABALHAR COM DEDUÇÕES…AÇÕES E PRINCÍPIOS.

E A PARTIR DO PRÓXIMO POST, MUITAS NOVIDADES SERÃO DIVULGADAS POR AQUI.

AGUARDEM.

ATT.

A QUEM CHAMAMOS DE ESCRITOR

HERE I GO

            Os predominantes pontos de partida entre a satisfação e a obrigatoriedade dissimulam resgates de catástrofes mundiais. Se importar com ao próximo é se importar com você.

Aquele fino atrito desconfortável de presenciar a carnificina do mundo faz de alguns fortes, outros piores e muitos conformados.

Tempos atrás era possível fazer revolução com canções, pés cansados, gritos incansáveis, atos dissimulados e frações proibidas. Jovens ficcionados por imposições deverás impostas através de força imoral e cortes de censura, calando suas prioridades e desejo de mudança.

Em tempos atuais, por mais “liberdade” que país conquistou, reluto em saber por que a nova geração somente se ensurdece por refrões repetitivos em valorização maior do que não é nosso e categoriza a luta como algo sem propósito ou motivo.

Tornamos-nos toleráveis a chutes no rosto, catarradas na cara e passadas de mão leve sob o que é nosso.

Do que adianta tanta luta diante de um presente que só se fortalece a futilidade e só se une a desgraça alheia? O pensar sobre “isso nunca aconteceu comigo” um dia acontecerá.

O que mais me atrai são as interpretações não pesquisadas, as deduções pelo ar, sem ao menos se atrever a refletir sobre algo realmente relevante para se estabelecer o que se passou para chegarmos a tal ponto, o que se passa, e o que isso poderá nos afetar num futuro próximo: agora.

Em tempos de virtualidade a flor da pele, o ser se torna digital e os profiles fazem com que quem não te conheça, tenha a sua primeira impressão: deturpada ou não.

A carência de sentidos transforma momentos pesados e de grandes interpretações em instantes rotineiros cliques. Buscando seguidores basta somente a ti decidir se realmente almeja e necessita ser seguido.

Seria você um padrão?

Algo a ser copiado?

Você tolera que alguém te copie?

Você não quer?

Você é quem?

Você é você?

Quem é você?

De repente em um súbito instante, o seu eu tão pleno e retumbante, se minimiza a inúmeras projeções de uma tentativa frustrada de apenas ser você.

O antigo paradigma de moral e cívica ficou de lado, pré deduzindo a falta constante de atos válidos não valorizados, e aquele tal respeito se expõe através de homenagens momentaneamente emotivas, mas que com ao passar dos anos simplesmente se esquece.

O sensacionalismo adverte a inteligência, conduzindo o que você não gostaria de ver, mas vai.

As páginas iniciais tornam os assuntos (que deveriam ser refletidos) com fotos em grandes quadrados, obscuros e com títulos que não alertam atenção, sendo que, desta forma, para os menos favorecidos mentalmente, vale mais as 57 dicas para manter o corpo em ordem ou a fulaninha que saiu do restaurante com o fulaninho: É mais fácil, é mais colorido, desta forma não é necessário pensar.

O simples pensamento sobre alienação já torna o ser alienado.

A idéia cosmopolita de: “não sou”, “não fui” e “nunca serei” é completamente deturpada, sendo o foco capitalista a maior forma de preencher as lacunas do vamos colorir cerebral e condicionando idéias do que você pensa ser, mas na verdade não é.

Os noticiários têm a missão de expor, você de introduzir, sua mente analisar, seu corpo reagir e sua voz bradar.

O costume de acreditar só acontece através da ação. Do que vale uma boa interpretação sem um mínimo comprometimento?

A atualidade que deveria prestigiar o atual se prende ao passado. São músicos, ídolos, pessoas, representantes e momentos que hoje são considerados Cult, porém estãoem níveis Pop.

Seria o nosso tempo, órfão de heróis e boas passagens?

Seriam as pessoas culpadas por falta de ação?

Ou as mídias favorecem só quem lhe representa rendimento capital?

Por alguns instantes retire as vendas da alienação e vislumbre o novo século com olhos de cidadão, de ser humano, de gente. Naquela cor linda: de brasileiro.

A partir de passos cerrados ao asfalto, talvez a valorização maior pelo todo atual se estabeleça de forma mais uniforme, presente e corriqueira.

A veneração pelo passado incompleta o futuro, incompleta a historia, incompleta o presente, incompleta você.

“Mediante todo lado obscuro que surpreende o meu tão majestoso país, me prendo a humildade de pensar no mundo que carece de mais palavras de gentileza e menos paredes de tristeza e tinta fresca.

Aos velhos, aos jovens, as crianças, ao Brasil, ao mundo, a mim, a você.”

Rafael Nestardo

Lisiantus

LEIA OUVINDO

 

INTRODUÇÃO

Subjetivo
sub.je.ti.vo
adj (lat subjectivu) Filos 1 Pertencente ou relativo ao sujeito.2 Que está somente no sujeito, no eu; que se passa ou existe no espírito. 3 Que exprime ou manifesta apenas as idéias ou preferências da própria pessoa; pessoal, individual. 4 Diz-se de uma explicação que se baseia em mera concepção do espírito, como ponto de partida, supondo aprioristicamente nessa concepção um princípio metafísico, donde são deduzidas as conclusões. 5 Diz-se da voz ativa, em contraste com a voz objetiva, que é a passiva

Proceder
pro.ce.der
sm 1 Procedimento, comportamento. 2 Modo de obrar; ações, atos.

Finalizar
fi.na.li.zar
(final+izar) vtd 1 Dar ou pôr fim a; rematar, ultimar. vint e vpr2 Acabar-se, ter fim.

 

HERE I GO

As sombras figuradas do capto irreconhecivel, não se mantem em formas válidas de teorias subjetivas.

Elas se priorizam em pedaços humanos que geralmente filosofam com a realidade e disfarçam a vontade. A inquietação dos pensamentos vislumbram novas possibilidades e distribuem negações sobre convívios, promessas, tranqüilidade e união. O som do ranger dos dentes se deturpam a canção de origem francesa, a fumaça do vicio se estabelece densa e desenha maravilhas refletidas à parede azul neon. As mãos tremem e fazem com que o ponto alvo pondere a alteração de raciocínio, atingindo as lágrimas, a voz trêmula e a audição se aguça captando um tímido e radiante: faça.

A luminosidade do corte assusta e as freqüências do som ensurdecedor coopera. Som, luz, densa, embargo, ranger, reflexo, atitude, inquietação, faça.

Não há espaço para crendices ou algo maior, a alma tomou sua decisão, a marcha se pondera primordial e a simbologia de sentir seus pés querendo forçar o acelerador depende unica e exclusivamente de você.

Escolha feita, inconsciente de coração não mais roubado, frases se misturam ao sentido turbulento da razão.

Questionamentos, julgamentos, pré argumentos: isto apenas não basta. Reflete-se a sombra amarga o gosto doce da ilusão, do bel prazer, de quem, de quando e porque.

A mesa repleta de achados, do sucesso reconhecido, da luxúria em vidros distintos, do clarão tecnológico e enigmático, do resto situado e listas de planos interrompidos.

No vão das coisas que a gente sente não há satisfação no abismo das próprias imposições não compreendidas aos demais. Não adiantam pistas, rumores, jogadas. O plano é claro, crucial e resplandece aos olhos de quem vê enxergando o sofrimento do outro.

Eis que o sanatismo se mistura a saliva frígida e pura do sal das lágrimas, o descontrole  favorece a impertinência das mãos, a lâmina já não possui o mesmo brilho e a vontade flerta a longa distancia com o acaso.

Inquietação ponderada? Água contida? Ruína montada? Chamas d’água? Não, pois o mesmo sangue que bomba no veículo humano a ser lesionado é o mesmo que sustenta os sofrimentos e turbulências do coração.

Então levantou-se, sobrepôs a luz em niveis reflexivos, deitou-se em sua cama, agarrou o travesseiro e funilando os dedos em seu edredom cabalístico, se manteve estático diante da penumbra. Deu seu ultimo suspiro aliviado e adormeceu mesmo com os olhos umidos.

Estava lá, amedrontado, ciente e resolvido. Pobre garoto falho, vislumbrando destinos incapazes, sozinho com o cravo nas mãos.

Rafael Nestardo